Fronteira Brasil-Venezuela Prisão de Nicolás Maduro
Alerta para as Nações
A Venezuela enfrenta as consequências de uma crise política, social e humanitária. O país, que possui algumas das maiores reservas de petróleo do mundo, tem visto seus recursos sendo saqueados e explorados ao longo do tempo.
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| Primeira imagem do presidente Nicolás Maduro logo após a captura- Foto/ viraliza Internet. |
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| Fotos/"Imagens NR.DIGITAL MÍDIAS Fronteira Brasil-Venezuela |
Atualmente, um processo de reconstrução é urgentemente necessário. É fundamental abordar questões como saúde, economia, turismo e emergências de maneira eficaz e imediata.
Município de Pacaraima: O Portal de entrada e saída de migrantes venezuelanos. Situado no Estado de Roraima na Região de Fronteira.
O Exército Brasileiro está empenhado em manter a segurança na região de migração, e a operação acolhida continua a apoiar os migrantes venezuelanos. O Governo de Roraima se posicionou sobre a situação emergente a respeito da segurança da população do Estado, especialmente dos moradores de Pacaraima, emitindo uma nota oficial nas redes sociais. Em relação à “prisão do presidente da Venezuela”, foi solicitado o fechamento da fronteira ao Governo Federal. O governador Antônio Denarium estima que, no auge da crise migratória em Roraima, em 2020, o estado chegou a receber de 1.500 a 2.000 venezuelanos por dia. Atualmente, a população de venezuelanos vivendo em Roraima é estimada em 186 mil, representando cerca de 20% da população do estado. Diariamente, de 300 a 500 cidadãos da Venezuela entram em Roraima. O receio, segundo o governador, é que, com o cenário de instabilidade, o estado retorne ao patamar de 2020, com 2.000 refugiados por dia.
“Estamos enfrentando um grande impacto devido à migração. O estado oferece assistência, pois as pessoas que chegam ao Brasil são de baixa renda e vêm apenas com uma mochila. É uma crise humanitária muito significativa”, afirmou.
CRISE POLÍTICA E HUMANITÁRIA NA VENEZUELA- Entenda quando tudo começou
Em 2017, a Venezuela viveu uma grave crise política marcada por intensos protestos contra o governo de Nicolás Maduro, desencadeados por uma crise constitucional (Supremo assume poderes da Assembleia Nacional), repressão, e o agravamento da crise humanitária com fome, escassez de medicamentos e êxodo populacional. O governo respondeu com repressão, mas também convocou uma controversa Assembleia Nacional Constituinte, que concentrou o poder, e enfrentou críticas internacionais, enquanto a economia mergulhava em hiperinflação e colapso do PIB.
Principais Fatores e Eventos em 2017:
Crise Constitucional: Em março, o Supremo Tribunal de Justiça (TSJ) assumiu poderes da Assembleia Nacional (controlada pela oposição), gerando protestos massivos, embora a decisão tenha sido revertida dias depois, com a oposição chamando de "golpe".
Protestos e Repressão: Uma onda de manifestações, com confrontos violentos e centenas de mortos, se espalhou pelo país, com a oposição convocando grandes marchas (como a "Mãe de Todas as Marchas").
Assembleia Nacional Constituinte (ANC): Maduro convocou eleições para uma ANC com poderes plenos, considerada ilegítima por muitos, que o ajudou a consolidar o controle legislativo e neutralizar a oposição.
Crise Humanitária e Econômica: A situação econômica deteriorou-se drasticamente, com PIB em queda, fome generalizada, perda de peso da população, e o início da hiperinflação, levando milhões a migrar.
Rebeldia Militar: Houve sinais de rebeldia dentro das Forças Armadas, que o governo alegou ter controlado rapidamente.
Diálogo e Sanções: Tentativas de diálogo entre governo e oposição falharam, enquanto países estrangeiros impuseram sanções contra funcionários do governo.
Em 2017 foi um ano de escalada da crise, consolidando o autoritarismo de Maduro e aprofundando o sofrimento social e econômico na Venezuela, com fortes contestações nacionais e internacionais à legitimidade do governo.
A crise humanitária e política na Venezuela não teve um único "início".
Mas se intensificou a partir de 2013, com a morte de Hugo Chávez e a ascensão de Nicolás Maduro, agravada pela queda dos preços do petróleo, má gestão econômica, autoritarismo e uma crise humanitária severa que se manifestou com a escassez de alimentos e medicamentos, levando a um êxodo massivo de pessoas. A crise política se aprofundou com a disputa pelo poder e a negação da realidade pelo governo, enquanto a crise humanitária foi reconhecida internacionalmente por volta de 2019.
Pontos Chave:
2013: Início da crise econômica com a morte de Chávez, agravada pela dependência do petróleo e queda de preços.
2014-2015: Aumento da radicalização política, protestos e sanções dos EUA, intensificando a deterioração.
2017: Protestos em massa contra Maduro após cancelamento de diálogo e prisão de opositores.
2019: A crise humanitária é reconhecida pela ONU, com negação do governo, e surge uma disputa pela presidência, com a oposição declarando o cargo vago. A crise é um processo gradual, mas os anos 2013-2014 marcam o ponto de inflexão para a deterioração econômica, política e humanitária que se desdobrou nos anos seguintes, com a crise humanitária se tornando mais visível e reconhecida a partir de 2019, segundo a ONU.
Um relatório da ONU estimou, em março de 2019, que 94% dos venezuelanos viviam na pobreza, e que, em 2021, quase 20% dos venezuelanos (5,4 milhões) deixaram o país. A análise da ONU estimou, em 2019, que 25% dos venezuelanos necessitavam de algum tipo de assistência humanitária.
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Como está a situação da Venezuela?
Todos querem saber! Como identificar esse conflito? É como “um estopim prestes a ser acionado”. Essa é a sensação de insegurança e um futuro incerto.
Muitos venezuelanos ainda aguardam
“O RETORNO PARA A SUA PÁTRIA” com a esperança de que tudo será resolvido de forma “pacificadora”, ao acompanharmos os telejornais locais, nacionais e internacionais.
Os depoimentos referentes à “prisão do presidente Nicolás Maduro “ para maioria, é de satisfação. Ao mesmo tempo a dúvida e o medo tomam conta dos moradores e sobreviventes dessa crise política sociail e humanitária, que já completa seus quase dez anos,de sofrimento, muitos se deslocaram do país de origem (Venezuela) por não ter como continuar vivendo, sem trabalho e tiveram que enfrentar o risco de sair de suas casas em busca de “Refúgio” que encontraram, no Brasil, na capital Boa Vista ,nos municípios e demais estados.
“Nós sabemos de todo sofrimento”
Declara uma moradora local e fica feliz com as notícias.
Venezuelanos tomaram as praças e ruas de Boa Vista, no estado de Roraima, com bandeiras e gritavam comemorando:
“ Liberdade! Para Venezuela! Maduro caiu! Maduro Caiu!
Sentimos o vento ecoar trazendo “Esperança” para o povo tão sofrido!
A PRISÃO DO PRESIDENTE NICOLÁS MADURO
UM RESUMO do que aconteceu, na madrugada de sábado (3), à manhã de domingo (4), quando surgiram as primeiras imagens e vídeos da destruição na Venezuela provocada pelos ataques dos EUA.
Entre feridos e mortos, foram mais de quarenta, não se sabe exatamente.
A presidente interina Delcy Rodríguez foi nomeada como a presidente legítima da Venezuela, mas evitou responder diretamente, afirmando que “não se trata do presidente legítimo”, uma vez que os EUA não reconhecem o regime atual como legítimo.
Em outra entrevista, o secretário foi questionado sobre por que os EUA não prenderam outros membros do regime de Maduro. “É muito simples”, respondeu Rubio. “Você não vai entrar e sair prendendo todo mundo”, afirmando que eles “capturaram a principal prioridade”.
O ministro da Defesa da Venezuela, Vladimir Padrino, declarou na televisão nacional que o Exército está apoiando a vice-presidente Delcy Rodríguez em sua função como presidente interina.
Nicolás Maduro e sua esposa, Cilia Flores, compareceram ao tribunal, nesta segunda-feira (5) de janeiro em Manhattan após serem detidos em uma operação militar dos EUA. A captura gerou uma forte reação internacional, levando o Conselho de Segurança da ONU a discutir a ação, que foi criticada como uma violação da soberania da Venezuela. O advogado de Maduro chamou a detenção de "sequestro militar". Países como França, Colômbia, Rússia e China condenaram a operação, enquanto os EUA defenderam a captura como uma ação de aplicação da lei. O filho de Maduro pediu solidariedade à sua família e à Venezuela. O julgamento pode durar mais de um ano, com nova audiência marcada para 17 de março.
O casal está detido no Centro de Detenção Metropolitano do Brooklyn.
O “Presidente Nicolás Maduro declarou-se inocente”.
Segundo as informações divulgadas, poderá levar mais de um ano até que um júri seja formado para analisar as provas apresentadas no processo.
Operação "Absolute Resolve"
A captura ocorreu no contexto de uma operação conduzida pelos EUA, chamada de "Absolute Resolve", que resultou na remoção do casal do território venezuelano e em sua transferência imediata para custódia federal. Ainda no mesmo dia, Maduro e Flores deram entrada no sistema prisional norte-americano e ficaram à disposição do Tribunal Distrital Federal do Distrito Sul de Nova York, responsável por processar o caso.
As acusações envolvem, entre outros pontos, conspiração de narcoterrorismo e tráfico internacional de drogas, em investigações que tramitam há anos na Justiça dos EUA. A operação conduzida pelos Estados Unidos para capturar o casal também gerou repercussão internacional.
O Conselho de Segurança da ONU convocou uma reunião de emergência para discutir a ação norte-americana. Conforme divulgado pelo The New York Times, durante o encontro, o chefe político das Nações Unidas leu uma declaração do secretário-geral António Guterres, que afirmou estar "profundamente preocupado" com o fato de os Estados Unidos não terem respeitado o direito internacional, além de manifestar temor quanto ao precedente que a operação pode criar. A acusação aponta quatro crimes principais: conspiração para narcoterrorismo, conspiração para importação de cocaína para os Estados Unidos, uso e posse de metralhadoras e uso de dispositivos destrutivos para proteger operações de tráfico. Além de Maduro, o indiciamento atinge figuras centrais do chavismo e familiares do presidente. Entre os denunciados estão:
Diosdado Cabello Rondón, ministro do Interior e Justiça; Cilia Adela Flores de Maduro, primeira-dama; Nicolás Ernesto Maduro Guerra, conhecido como "Nicolasito", filho do presidente e membro da Assembleia Nacional; e Héctor Rusthenford Guerrero Flores, o "Niño Guerrero", apontado como líder da facção criminosa Tren de Aragua. Crimes imputados: A acusação aponta quatro crimes principais: conspiração para narcoterrorismo, conspiração para importação de cocaína para os Estados Unidos, uso e posse de metralhadoras e uso de dispositivos destrutivos para proteger operações de tráfico. O documento descreve o emprego de armas pesadas, como fuzis AK-47, AR-15 e lançadores de granadas, para garantir a segurança dos carregamentos. Cartel de Los Soles e uso do Estado Segundo a acusação, líderes do governo venezuelano abusaram de suas posições de confiança pública por mais de 20 anos, "corromperam as instituições legítimas da Venezuela, incluindo partes das forças armadas, do serviço de inteligência, do legislativo e do judiciário, para facilitar a importação de toneladas de cocaína para os Estados Unidos".
Cocaína como "arma" contra os EUA
A acusação afirma ainda que, sob a liderança de Maduro, o cartel tratava a cocaína como uma "arma" contra os Estados Unidos, priorizando deliberadamente a importação da maior quantidade possível da droga para o país.
O documento descreve os meios e métodos da conspiração narcoterrorista. A partir de 1999, enquanto as FARC alegavam negociar a paz com o governo colombiano, a organização transferiu parte de suas operações para a Venezuela sob proteção do Cartel de Los Soles.
Você já ouviu falar em Êxodo?
O que significa Êxodo na Bíblia Sagrada?
Êxodo refere-se a uma saída em massa de um povo, frequentemente associada à fuga dos hebreus do Egito, narrada na Bíblia. Outros contextos incluem o êxodo rural e o ato final de tragédias teatrais.
Principais significados:
Saída/Emigração: Partida de muitas pessoas, como no "êxodo de verão".
Contexto Bíblico: Libertação dos israelitas da escravidão no Egito liderada por Moisés.
Teatro: Ato final de uma tragédia grega ou farsa no teatro romano.
Origem da Palavra:
Vem do grego "éxodos", significando "caminho para fora".
Resumo:
Êxodo envolve uma grande jornada para fora, seja de um país, área rural ou cativeiro, como no caso dos israelitas.
E a Venezuela sofreu este, êxodo moderno, com milhares de seus cidadãos deixando o país em busca de segurança e oportunidades. As imagens de famílias venezuelanas cruzando fronteiras, carregando poucos pertences e muita esperança, tornaram-se emblemáticas da crise. A diáspora venezuelana é agora uma das maiores do mundo, com implicações profundas para a região.
Esse êxodo tem gerado desafios significativos para os países vizinhos, que precisam lidar com o aumento da demanda por serviços básicos, como saúde, educação e moradia. Apesar das dificuldades, a resposta solidária de muitas nações e comunidades locais tem sido notável, oferecendo assistência humanitária e oportunidades de integração aos refugiados.
A situação na Venezuela continua a evoluir, e a comunidade internacional observa atentamente, buscando maneiras de apoiar uma resolução pacífica e sustentável. Enquanto isso, a resiliência do povo venezuelano e a solidariedade internacional permanecem como pilares fundamentais na busca por uma solução para essa crise humanitária.
A esperança é que, com esforços diplomáticos contínuos e apoio global, a Venezuela possa um dia superar essa fase turbulenta de sua história e reconstruir um futuro próspero para seu povo.
Salomão, o sábio rei de Israel, expressa em Eclesiastes que "o que foi, já é", refletindo sobre a natureza passageira da vida e a futilidade sem Deus. Ele buscou sabedoria, recebendo riquezas e tornando-se o homem mais sábio. Seus livros, como Provérbios e Eclesiastes, falam sobre:
Repetição e Transitoriedade: Nada é novo; as gerações vêm e vão, e os esforços humanos parecem vazios sem um propósito divino.
Futilidade Terrena: Riquezas e prazeres são considerados "vaidade" sem um propósito maior.
Verdadeiro Propósito: O sentido da vida reside em temer a Deus e obedecer a Seus mandamentos, pois Ele julgará todas as coisas.
Salomão ensina que a vida ganha significado eterno quando alinhada com o propósito de Deus.
DEVOCIONAL
LEIA A BÍBLIA 📖
15 O que é, já foi; e o que há de ser, também já foi; e Deus pede conta do que passou.
16 Vi mais debaixo do sol que no lugar do juízo havia impiedade, e no lugar da justiça havia iniquidade.
17 Eu disse no meu coração: Deus julgará o justo e o ímpio; porque há um tempo para todo o propósito e para toda a obra.
Eclesiastes 3:15-17.
A tensão na região continua a crescer, com manifestações em várias cidades da Venezuela, onde a população expressa sentimentos mistos de incerteza e esperança por uma possível mudança no cenário político. Em Caracas, grupos pró e contra Maduro tomaram as ruas, resultando em confrontos esporádicos que exigiram a intervenção das forças de segurança para evitar uma escalada da violência.
Organizações internacionais de direitos humanos estão monitorando de perto a situação, preocupadas com o impacto humanitário que esse conflito pode acarretar para a população civil. Estima-se que milhares de venezuelanos possam buscar refúgio em países vizinhos, como o Brasil e a Colômbia, aumentando a pressão sobre as infraestruturas locais de acolhimento.
A comunidade internacional permanece dividida quanto à legitimidade da intervenção dos EUA e seu impacto na soberania venezuelana. Enquanto alguns países apoiam a ação, alegando que ela busca restaurar a ordem democrática, outros condenam o que consideram uma violação do direito internacional.
O Conselho de Segurança da ONU convocou uma reunião de emergência para discutir a crise na Venezuela, com o objetivo de buscar soluções diplomáticas que possam evitar um agravamento do conflito e promover um caminho pacífico para a resolução das tensões. E o resultado permanece indefinido.
Enquanto isso, na fronteira, o trabalho das organizações humanitárias e do Exército Brasileiro continua sendo crucial para garantir que aqueles que atravessam em busca de segurança e melhores condições de vida recebam o apoio necessário. A solidariedade entre as nações e o esforço conjunto são agora, mais do que nunca, essenciais para enfrentar os desafios que se avizinham.
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“Que tudo fique bem e a Venezuela volte a ser Venezuela de outrora ,e o povo venezuelano volte a sonhar” com a esperança de retornar para sua terra! E viverem felizes! Em paz!
POR
Natália Reis
Boa Vista, 6 de junho de 2026
Atualização Publicada:08:11h

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